Brasile, Radio digitale: e se il gol arriva dopo?

In una nazione dove la radio continua ad avere una enorme importanza si tratta di prendere una decisione importante sullo standard. Allo stato, IBOC sembrerebbe avere la meglio


Radio Passioni

Sto apprendendo dai siti Web brasiliani che il 15 ottobre il locale Ministero delle comunicazioni riceverà ufficialmente i risultati dei test condotti in questi ultimi dodici mesi sui principali sistemi di modulazione numerica. Si tratta di decidere sul passaggio alla radio digitale in una nazione dove la radio continua ad avere una enorme importanza. Sembra però che ci siano già le prime guerre di religione tra fautori di HD Radio (l’associazione delle emittenti commerciali ABERT che ha appena annunciato ufficialmente di appoggiare il sistema Ibiquity) e gli altri, DRM e DAB in testa. Sembra che HD Radio a parte, i dati raccolti non siano sufficientemente completi e che la radio digitale made in USA possa avere la meglio.
La cosa che mi ha fatto morire dal ridere è che Felipe Zmoginski, scrivendo questa breve corrispondenza per Plantão INFO, ha trovato una delle obiezioni più sensate – dal punto di vista carioca – all’introduzione del digitale. A parte il maggior consumo di energia – e quindi di batterie – di un ricevitore digitale (siamo in Brasile, non nel ricco occidente che in batterie per i suoi gadget spende un badalucco di quattrini)… La radio digitale introduce un ritardo di diversi secondi dovuti alla codifica. Come cavolo facciamo coi risultati di calcio se sulle stazioni analogiche il gol arriverà prima?

Padrão de rádio digital gera discórdia

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO
Sexta-feira, 26 de setembro de 2008

SÃO PAULO – O ministério das Comunicações vai receber, dia 15 de outubro, um conjunto de testes sobre dos os padrões de rádio digital.
Assim como o país viveu uma polêmica em torno de qual padrão de TV digital deveria adotar, o ministério das Comunicações agora avalia qual padrão de rádio digital escolherá. Na disputa está padrão IBOC, desenvolvido nos Estados Unidos, e os padrões europeus DRM (Digital Raio Mondiale) e DAB (Digital Áudio Broadcasting).
Um grupo formado por técnicos da Universidade Mackenzie, Anatel e Abert (Associação Brasileira das Empresas de Rádio e TV) realizou testes ao longo dos últimos meses e deve encaminhar até o dia 15 de outubro um relatório para o ministério das Comunicações.
A Abert defende claramente a adoção do padrão americano IBOC. No site da Abert, há um comunicado afirmando que, no dia 15, o relatório do grupo indicará o padrão americano por ser o único que se adequa às necessidades brasileiras.
Os técnicos do Mackenzie, no entanto, não devem assinar este relatório. Segundo a universidade, os testes com o IBOC foram adequados, porém não há testes suficientes para analisar as outras opções. O Mackenzie defende que o relatório só seja produzido quando houver uma comparação equilibrada dos três tipos de padrão disponíveis.
Com Iboc, o sistema de rádio digital apresentou mesmo alcance do sistema analógico e qualidade de sinal superior. A demanda por energia, no entanto, cresce com a rádio digital, o que prejudica quem usa rádios portáteis, como rádios a pilha ou rádio integrado ao celular.
O sistema digital também apresenta um delay em relação ao analógico. Assim, em eventos ao vivo como um jogo de futebol, quem ouvir a transmissão analógica saberá de um gol ou do fim de quem ouve rádio no sistema analógico.
A Aberta avalia que implementar o sistema digital abrirá novos mercados para as emissoras de rádios, porém a compra de novos equipamentos deve gerar custos elevados para as emissoras.
A Associação calcula que cada emissora deverá investir entre US$ 80 mil e US$ 120 mil para adquirir equipamentos adequados ao padrão digital.

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